sábado, 26 de junho de 2010

. Enjoei .

foto: mônica montone by patriccia landim


O Fina Flor está temporariamente fora da área de serviço

Eu no faço nada por obrigação:
o que os outros fazem por obrigação
eu faço por impulso de vida
[como haveria de fazer por obrigação
os gestos do coração?]

Whalt Whitman

Tô por aí............................. !

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[ obrigada a todos os raros que sempre deixaram seus perfumes e carinho por aqui ]




By Mônica Montone

terça-feira, 22 de junho de 2010

. Obrigada .


foto: google


Dank [alemão]
Thanks [inglês]
Dankie [africano]
Falenderim [albanês]
Graciés [catalão]
Hvala [croata]
Tak [dinamarquês]
Vd’aka [eslovaco]
Gracias [espanhol]
Kiitos [finlandês]
Merci [francês]
Grazas [galego]
Bedankt [holandês]
Koszonete [húngaro]
Terima Kasih [indonésio]
Go raibh maith agat [irlandês]
Grazie [italiano]
Takk [islandês]
Dzieki [polonês]
Multumiri [romeno]
Tack [sueco]
Tesekurler [turco]



Ou, simplesmente, O.b.r.i.g.a.d.a

Não consigo pensar em outra palavra depois de tudo o que me aconteceu nos últimos dias. A mudança foi tranqüila e estava eu cercada de pessoas especiais, como meu amado Claufe Rodrigues, meu amigo do peito Rogério Felício, o anjo Eurídice que cuida do meu cantinho, e papai, mamãe, irmãos, boadrasta e amigos telefonando e celebrando....

Sem falar nos rapazes de boa fé que ajudaram na mudança, no carpinteiro que era um anjo - que colocou todos os armários no lugar, as prateleiras, lustres e afins no sábado, mesmo - os móveis novos que foram todos entregues no prazo e a net que já está instalada.

Melhor que isso só a vizinhança silenciosa e a paz de poder dormir bem e acordar feliz sem gritos no portão, o solzão que bate na janela de manhã, a vista para o cristo e para a lua no céu.

Agora que tudo está em seu devido lugar já posso relaxar, respirar tranquilamente, me inspirar com os novos ares... e voltar a escrever...

Obrigada a todos que torceram por mim e desejaram boa sorte por aqui. Obrigada especialmente ao Rogério Felício pela força!

Houve uma travessura na mudança, ela está narrada, aqui



By Mônica Montone


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[ obrigada pelos pousos, aves raras ]



By Mônica Montone

quinta-feira, 17 de junho de 2010

. Coisas incríveis podem acontecer .

foto: google



Coincidência, para mim, é um dos muitos nomes de Deus. Destino, um dos seus perfumes. Perfume, este, que podemos escolher usar ou não.

Dia desses, generosas borrifadas desse aroma cobriram a pele da minha alma.

Andei chorando muito porque não encontrava um lar para chamar de meu. Visitei lugares horríveis, com preços estratosféricos, e sempre saía arrasada das visitas.

Mas eis que um perfume divino lambeu minha face como um vento bom, quando eu menos esperava.

Estava caminhando na rua, após uma visita frustrada a um apartamento, com os olhos inchados de chorar e uma velhinha, bem velhinha, mesmo, me pediu para atravessá-la na faixa. Dei o braço para ela e atravessamos.

Quando chegamos do outro lado ela agradeceu, dizendo que eu era muito gentil e que o mundo estava precisando de pessoas gentis como eu. Respondi que não fiz mais que minha obrigação e, vendo meus olhos inchados, ela perguntou por que eu estava chorando!?

Disse que precisava de um lar e não estava encontrando um. Então, a senhora, de olhos claros e doces, respondeu:

_ Filha, bate ali no prédio que eu moro e pergunte se tem algum apartamento para alugar. Os apartamentos ali são ótimos, o prédio é ótimo e se tiver tenho certeza que vai gostar.

Virei meus calcanhares para trás e toquei o interfone do prédio. O porteiro disse que tinha acabado de vagar um apartamento no lugar. Peguei o telefone da imobiliária e quando tirei o celular da bolsa para ligar, uma mulher, carregando uma placa escrita “aluga-se” entrou.

Nem precisei ligar na imobiliária. Subi com a mulher para ver o apartamento.

Assim que abri a porta, determinei: é meu! Para depois chorar de alívio e alegria.

No mesmo dia fui até a imobiliária, dei entrada na papelada e....

Estou me mudando sábado.

Coisas incríveis podem acontecer quando estamos abertos a elas. Eu poderia ter olhado para a senhorinha na rua com desconfiança e pensar ‘o que essa velha pode saber?’...

Coisas incríveis podem acontecer para quem tem fé. E eu tenho. Fé na vida. Fé nas pessoas. Fé nos anjos. Fé em mim. Fé em Deus.

Obrigada papai do céu !



by Mônica Montone



F.a.l.a.n.d.o n.i.s.s.o se eu der uma sumidinha básica, raros, já sabem, é porque estou ajeitando as coisas na casinha nova, que é linda, iluminada, com vista para o Cristo e o melhor de tudo: não é no térreo, não terei mais que ouvir porteiros matracando às 7h da manhã nem pessoas gritando ‘abre o portããããão’... Sábado vou levar flores para a dona Maria [ descobri que esse é o nome dela], o anjo que me que salvou.

Abaixo, uma das vistas que terei a partir de agora. Tão bom não ter mais grades nas janelas...




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[ obrigada pelas visitas, carinho e torcida, raros! ]


by Mônica Montone

sexta-feira, 11 de junho de 2010

. O olhar do outro e seus reflexos .

foto: google



Não é exatamente o olhar do outro que nos constitui. Trata-se de uma troca.

Você se imagina e se vê - ou se sente - como X. Transmite essa idéia para o outro através de seus comportamentos e esse outro a devolve como um espelho e, com essa devolução, você vai moldando sua ‘identidade’.

Trata-se de um processo dialético, onde o produto final é sempre modificado pelo todo. Ou seja, sua identidade [o produto final] jamais será igual a idéia que você transmitiu, e o espelho jamais devolverá essa idéia de maneira genuína. Esse produto final sofrerá mutações, como numa brincadeira de telefone sem fio.

Para complicar um pouquinho ainda mais esse jogo, entram as mensagens que passamos e sequer percebemos ou conhecemos, pois estão em nosso inconsciente.

Como passamos? Através da maneira como nos colocamos frente às situações, geralmente através de nossas defesas e disfarces que encobrem nossas inseguranças.

Você pode morrer de dizer, por exemplo, para si mesmo e para o mundo, que acredita que é um bom padeiro, que acredita no seu talento, mas, se no dia a dia da padaria você se comporta sempre na defensiva, achando que o menino do balcão é invejoso e que seu assistente está querendo te sabotar, se não assume os próprios erros quando a massa desanda, se acha que a atendente do caixa gostaria de estar no seu lugar e por isso não facilita as coisas para você, nem respeita as regras da padaria em que trabalha, o espelho [o olhar do outro] não vai te devolver uma imagem ‘de potencial e talento’ e sim de alguém que não sabe trabalhar, porque uma ação vale mais do que mil palavras nesse caso.

E recebendo essa mensagem ‘de que você não sabe trabalhar’ o que pode acontecer? Em geral você acreditar nisso e ficar inseguro e acabar se auto-sabotando e/ou sentir raiva e atacar quem devolveu uma imagem tão diferente da que você enxerga.

Claro que estou me referindo a ‘um outro relevante’ e não ao jornaleiro que sequer conhecemos.

Trocando em miúdos, no país do futebol e da bunda, poderia dizer que: não basta ter bunda boa, tem que saber rebolar!

A maneira como os outros nos vêem - e conseqüentemente nos tratam – geralmente tem, sim, algum fundamento, pois nós contribuímos de alguma forma para que eles nos percebessem de tal forma.

Não se trata do outro estar certo ou errado. Trata-se de um processo dialético mais antigo que a história da carochinha que foi muito bem destrinchado por Freud.

Então, antes de atacar o outro porque ele não te vê como você gostaria e como você se vê, antes de sentir raiva do outro porque ele não te trata com o respeito que você acredita merecer e, antes que você ache que o outro é um idiota, boçal e invejoso que não te olha com o status que você acredita merecer, tente refletir de que forma [?], como [?], o seu comportamento ajudou esse outro a construir essa ‘idéia de quem é você’.

No mínimo vai ser um exercício enriquecedor de auto-conhecimento!

Lembrando que: respeito não se impõe, se conquista. E se conquista através das ações, ações, estas, que geram merecimento.


by Mônica Montone


C.o.n.v.i.t.i.n.h.o: hoje, às 21h, estarei no Teatro Café Pequeno com minha banda. Venham! Mais informações, aqui

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[ Obrigada pelos pousos, aves raras! ]


by Mônica Montone

quarta-feira, 9 de junho de 2010

. Princesa Franciny .


foto: vogue


Eu não sei ser uma só. Sendo uma só, me sinto sozinha. Gosto da companhia das outras que me habitam. Elas me divertem.

Eu não sei ser uma só, nem ser muitas num só canto. Se hoje estou assim estou assim. Se amanhã estou assado estou assado. Não consigo ser assim e assado ao mesmo tempo! O que complica bastante as coisas às vezes.

Então eu canto, como Cecília, simplesmente porque o instante existe.

Então eu crio outros mundos e outros cantos para que minhas outras reinem em seus castelos não tão distantes assim.

Assim sou. Assim vou sendo e estando no mundo.

E assim, eu vos apresento a Princesa Franciny.

As aves raras que acompanham o canteiro Fina Flor há bastante tempo certamente vão se lembrar dela. Escrevi algumas vezes sobre suas peraltices por aqui.

Pois bem, agora Princesa Franciny acaba de ganhar seu próprio blog:

www.princesafranciny.blogspot.com

O lado F, de 'futilidade mais que necessária', dessa mocinha que vos escreve.

Sintam-se bem vindos por lá, também !



By Mônica Montone


C.o.n.v.i.t.i.n.h.o nessa sexta-feira, dia 11 de junho, às 21h, vou fazer um show no Café Pequeno, no Leblon. Venham, raros do meu coração!!





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[ Obrigada pelos pousos, aves raras ]


by Mônica Montone

domingo, 6 de junho de 2010

. A fábula do caminho do meio .



foto: brigitte bardot


Sempre que tento andar pelo caminho do meio acabo me perdendo no meio do caminho.

Me perco porque acho que estou no caminho errado e saio em busca de atalhos, sem saber que, certas fomes, certos dramas, certos enredos, certas tramas não tem saída: é matar ou morrer e depois, renascer.

Não, não sou extremista. A vida, às vezes, é que me parece pedir atitudes extremas. Não há escolhas sem perdas, nem caminhos sem pedras.

Querer andar no caminho do meio sem ser hindu, chinesa ou japonesa é o mesmo que vestir um quimono sem ser gueixa: a seda pode até se acomodar sobre a pele, mas a sede no olhar denuncia faltas ancestrais.

Se não tenho olhos de águia para contemplar o outro lado da montanha, por que deveria forçar meus olhos de menina na amplidão? Se não tenho olhos de coruja por que deveria forjar uma sabedoria que ainda não alcancei?

Simplesmente por que é mais bonito? Mais sensato? Mais equilibrado? Mais sábio? Mais maduro? Simplesmente por que é o que esperam de nós?

Não saber andar no caminho do meio me gera uma vergonha insana. Uma vergonha que me chicoteia e me tira a paz tanto quanto meus dramas de menina-moça.

E se eu quiser achar que o caminho do meio é o caminho da mediocridade? Da mornice? Da mesmice? Do tédio? Da acomodação?

Por que a virtude está no meio? Quem inventou essa fábula?

Não seria essa fábula um mero sistema de controle? Onde se pretende amordaçar, aquietar e amansar almas que não se contentam com a superficialidade do conforto?

Picasso, Van Gogh, Baudelaire, Drummond, Beethoven, Lispector, Pessoa, Bukowski, Dylan, Maiakovski teriam feito suas grandes obras se estivessem no caminho do meio? Ou as fizeram exatamente por que estavam em busca dele?

Não sei. Sei que me aflige essa história de que devo andar no caminho do meio e que me queima essa sensação de inadequação quando percebo que meus passos são largos demais para caberem nesse pliê.

Bem na verdade me preocupam e causam mais comoção as pontes e a paisagem do que o caminho em si.

Assim vou sendo... E estando no mundo...


By Mônica Montone


F.a.l.a.n.d.o n.i.s.s.o o escritor Mario Sergio Cortella, em seu livro 'Não espere pelo Epitáfio... Provocações Filosóficas' [que pretendo ler!] disse:


Nesse sentido, para não ser morno, é preciso ser radical. Cuidado! Em nosso vocabulário usual é feita uma oportunista confusão entre radical e sectário. Radical é aquele – como lembra a origem etimológica – que se firma nas raízes, isto é, que não tem convicções superficiais, meramente epidérmicas; radical é alguém que procura solidez nas posturas e decisões tomadas, não repousando na indefinição dissimulada e nas certezas medíocres. Por sua vez, o sectário é o que é parcial, intransigente, faccioso, ou seja, aquele que não é capaz de romper com seus próprios contornos e dirigir o olhar para outras possibilidades.

É preciso ter limites, mas, estará o limite exatamente no meio? Não é necessário ir até os extremos, mas é essencial não ficar restrito ao confortável e letárgico centro; muitas vezes o meio pode ficar anódino, inodoro, insípido e incolor


Obrigada querido Gilmar por me enviar a crônica do Mario Sergio Cortella, que de certa forma me inspirou a escrever o texto acima.


C.o.n.v.i.t.i.n.h.o



Na próxima sexta-feira, 11 de junho, vou fazer um show com a minha banda no Teatro Municipal Café Pequeno, às 21h. Trata-se de um teatro charmosérrimo no Leblon. Venham!



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[ Obrigada aves raras, pelos pousos ]



by Mônica Montone

segunda-feira, 31 de maio de 2010

.Das [re]descobertas .


foto: Mônica Montone by Baby B.



Das coisas que encontrei perdidas no vale das inutilidades, algumas delas me chamaram bastante a atenção e me deram pistas concretas de que apesar dos tropeços, estou exatamente onde deveria estar.

Não, eu, não precisava mais daquela pasta, cheia de provas e trabalhos da faculdade, estampando notas 10, para me sinalizar de que eu era boa em alguma coisa.

Rasguei tudo. E assim enchi o primeiro dos 22 sacos de lixo que joguei fora, ontem.

Há tempos queria mexer no vale das coisas inúteis, aquele, situado no maleiro dos armários e na despensa. Aliás, se algo foi parar na despensa, a própria rima deveria sugerir alguma coisa, não? Deveria sugerir: ‘dispense isso, você nunca mais vai usar’.

Todos os textos da faculdade de Psicologia, bem como os dos cursos de Moda e Teatro, foram rasgados, porém os do curso de Mitologia Grega não consegui me desfazer.

Os cadernos - por puro receio de algum maluco abrir o lixo e ler minhas anotações - rasguei as folhas. Em todos eles, poemas e mais poemas. Cartas e mais cartas.

Das coisas que me fizeram rir: encontrar 15 cartões de flores de um ex-namorado que mandou 15 ramalhetes em casa, num mesmo dia, cada um com um trecho de um poema, sendo o décimo quinto: ‘sempre seu’. Fotos engraçadíssimas, um texto, escrito no meio de uma aula de psicopatologia, aos 19 anos, intitulado ‘as coisas que gosto’, alguns dólares dentro de uma agenda, meu crachá de quando estagie no hospital psiquiátrico Pinel e uma foto com o Ney Matogrosso num ‘dia de tiete’.

Das coisas que me fizeram chorar de comoção: a colher bailarina da casa da minha avó [que eu usava para tomar suco de uva quando pequena e comer brigadeiro]. A foto polaróide, desbotada, da minha turma do colégio. Os primeiros rabiscos e desenhos do querido amigo e hoje artística plástico Flávio Rossi. Os poemas que escrevi aos 13 anos.

Todas estas, claro, permanecem muito bem guardadas, porém em novas caixas e de maneira organizada.

A leitura dos meus antigos cadernos me fez perceber que jamais poderia ser outra coisa que não aquilo que sou: escritora. E essa sensação, de que fizemos a escolha certa, não tem nota 10 alguma que pague.

Já encontrei um apê para chamar de meu. Já limpei os armários. Já estou de malas prontas. Mas o que essa mudança imprevista de casa me deu não foi apenas gavetas vazias a espera de novos adereços e sim um lar: meu peito...

...e a alegria de saber que, como diz o filme, ‘a pessoa é para o que nasce’...



By Mônica Montone



Eis um trechinho do texto que escrevi aos 19 anos, ‘as coisas que gosto’, no caderno de psicopatologia [e continuo gostando!]. Detalhe: eu devia estar amando a aula, não?

‘...Gosto do botão soneca do despertador quando fui dormir às duas da madrugada. De estrada verde, com rios e pontes. Gosto do cheiro do cabelo da minha mãe e de escovar os dentes com pasta de hortelã e depois beber água gelada. Gosto de cheiro de casa limpa, travesseiro macio e de andar descalça. De comer chocolate e me enfiar debaixo das cobertas quando estou triste. Gosto de assistir desenho animado e dançar na frente do espelho...’







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O.b.r.i.g.a.d.a a querida e doce ave rara, Luma, que dia desses fez um post lindo falando sobre meu trabalho.


[ Obrigada a todos vocês, que pousam por aqui e enchem meu dia de carinho]


by Mônica Montone

sábado, 29 de maio de 2010

. O sal nosso de cada dia .


foto: madonna/google


Quanto mais ingerimos sal, mais comemos.

O sal nos desidrata e com isso acabamos comendo mais, pois os alimentos contém água. Aliás, muitas vezes atacamos a geladeira porque estamos com sede e não fome.

Experimente diminuir o sal de sua dieta por uma semana. Um milagre acontecerá: você vai dormir melhor, sentir menos fome, comer menos, ter mais flexibilidade e disposição.

Não é preciso tirar por completo, pois nosso organismo também precisa desse componente. Basta não colocar sal na salada, diminuir a quantidade usada para preparar as comidas e ficar de olho na quantidade de sódio das embalagens de alimentos industrializados.

Além dos benefícios estéticos e do aumento da qualidade de vida que essa diminuição pode causar, pesquisadores da Universidade de São Francisco constataram que a redução de 3 gramas de sal ao dia reduz a quantidade de infartos e derrames.

De acordo com a pesquisa, cada 6 gramas de sal aumenta em 21% os riscos de doenças cardíacas e em 34% as chances de infarto.

A Organização Mundial de Saúde recomenda o uso de 2 gramas ao dia, porém, os brasileiros consomem em média 10 gramas.

O prefeito de Nova York, Michael Bloomberg, está em vias de aprovar uma lei que tem gerado polêmica: os restaurantes serão obrigados a reduzir em 25% o teor de sal em seus pratos.

Desde que comecei a praticar yôga diminui consideravelmente a quantidade de sal ingerida. E, quando percebo que estou comendo demais, de maneira compulsiva, sem conseguir controlar a boca, noto que estou comendo sal demais. Aí, controlo a ingestão de sódio e tudo volta a se equilibrar.

Se você está lutando contra a balança, comece a checar as embalagens de tudo o que come, veja a quantidade de sal que está consumindo.

Um pacote de Miojo tem 1,5g de sódio! Os caldos que costumamos usar para cozinhar, como os da Knor, por exemplo, contém 22,2 g por tablete. Que tal substituir por temperos naturais: curry, salsinha desidratada, ervas finas, açafrão, noz moscada, pimenta? Os mercados oferecem tanta variedade...

Comer de forma consciente é o melhor presente que podemos dar a nós mesmos!




By Mônica Montone



[saleiro e pimenteiro Cubo Mágico]



F.a.l.a.n.d.o n.i.s.s.o para saber a quantidade de sódio em alguns alimentos basta clicar aqui



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[ Obrigada, a todas as aves raras que votaram em mim no Prêmio Multishow. Embora eu esteja engatinhando nesse trabalho e não tenha grandes expectativas, estou na torcida e adorei receber o carinho de vocês e saber que votaram. Obrigada pelos pousos! ]


by Mônica Montone

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